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COVID-19: Com A Segunda Vaga, Vale A Pena Investir Em Bolsa?

O “novo normal” veio tomar conta das nossas vidas e eliminar as nossas liberdades: viajar, confraternizar com familiares e amigos, dançar numa discoteca ou num bar, ir a um jogo de futebol, passear na rua e ver as faces dos demais, tal como Deus as criou, deixou de ser uma realidade.

Tudo aceitamos; a tudo nos subjugamos, sem qualquer assuada ou resistência.

O medo e o terror incutido pela imprensa, que não apresenta praticamente uma voz discordante da narrativa oficial, levaram-nos a aceitar tudo: prisões ilegais, impossibilidade de ir trabalhar, impossibilidade de abrir um negócio, impossibilidade de operar no horário que entendamos, impossibilidade de operar um negócio sem normas e restrições absurdas, impossibilidade de proporcionar um espaço sem fraldas na cara – até as crianças foram metidas ao barulho.

Este “novo normal”, ao contrário do propagado por políticos, burocratas e banqueiros centrais, está a arrasar a economia, a eliminar empregos, a destruir vidas, a fazer disparar os suicídios e a suprimir da face da terra muitos idosos, que sucumbem ao isolamento e à loucura a que são lançados por esta tirania sanitária.

Esta casta parasitária que vive à mesa do orçamento e da falsificação do dinheiro, com recursos obtidos de forma coerciva ou a partir de uma impressora “oficial” de dinheiro, impõe-se sobre a população: tudo nos dita!

Tape a cara com uma fralda, policie e denuncie os demais, não conspire com mais de 10 pessoas, desinfecte as mãos todo o dia, não beba depois das 20:00, não se atreva a ir a uma festa ou um estádio, não utilize numerário!

Este “novo normal” já se reflecte no comportamento das bolsas europeias. As grandes empresas, em particular as adaptadas ao “novo normal”, prosperam; os pequenos negócios, que empregam a maioria da população, são obliterados sem apelo nem agravo.

Uma das formas de observarmos o impacto de toda esta loucura, em particular sobre a economia europeia, consiste na análise do índice STOXX 600; trata-se de um índice composto por 600 empresas de 16 países e que actuam em vários sectores de actividade – restauração, hotéis, bancos,…

No presente ano, desde o final de 2019 até à sessão do último dia 22 de Setembro, este índice apresentou um desempenho negativo: caiu 13% aproximadamente.

Para o mesmo período, o NASDAQ 100, o DOW 30 e o S&P 500, os principais índices bolsistas norte-americanos, apresentaram o seguinte desempenho respectivamente: +28,1%, +3,9% e +2,2%.

Ou seja, a Europa, mais dependente de negócios tradicionais, encontra-se em fortes dificuldades. O índice tecnológico NASDAQ 100 é a grande estrela do ano, em resultado da subida imparável dos gigantes deste sector, que muito beneficiaram, e continuam a beneficiar, do “novo normal”.

Como podemos constatar na Figura 1, este índice apresenta uma tendência lateral desde 2014, com uma resistência em torno aos 410 pontos e um suporte em torno dos 320/330 pontos.

Figura 1

Este desempenho negativo não é uniforme; se tivermos em conta a nacionalidade da bolsa de valores, existem enormes disparidades de desempenho.

Se calcularmos a média da rendibilidade das empresas de um determinado país, podemos observar (ver Figura 2), pelo lado positivo, que a Dinamarca e a Suécia subiram 19% e 13% respectivamente, enquanto pelo lado negativo, a Espanha e a Áustria apresentaram quedas de -20% e -27%.

Figura 2

No caso da Dinamarca podemos destacar as empresas Netcompany (Consultoria de IT) e Pandora (concepção, produção e distribuição de joalharia), que subiram 71 e 68%; para a Suécia, temos o caso das empresas Sinch (Serviços Cloud) e Evolution Gaming (Software para casinos online), com subidas de 158% e 103%!

Em relação à Áustria, pesa negativamente no seu desempenho as empresas OMV e Erste Group Bank, com quedas de 49% e 45%.

A primeira dedica-se à exploração, produção e distribuição de petróleo e gás; a segunda, é uma das principais instituições financeiras da Áustria. Por fim, a Espanha, impacta negativamente no seu desempenho dois bancos: Sabadell (-69%) e Santander (-58%).

Uma vez mais, os países com economias assentes em novas tecnologias, onde a população é qualificada e informada, prosperam; ao contrário dos dependentes em negócios afectados pela crise Covid-19; definham e caminham a passos largos para uma enorme crise.

Se analisarmos o índice STOXX 600 por sector de actividade podemos constatar esta nova realidade (ver Figura 3). Surpreende o desempenho do sector de retalho, enquanto os sectores da hotelaria, restauração, banca e transportes não constituem qualquer surpresa.

Figura 3

No caso do retalho, onde estão inseridas a Jerónimo Martins (-4,9%) e a Carrefour (-7,3%), progridem aquelas que têm um modelo online; assim, neste grupo destacamos as empresas Hellofresh (+126%), Ocado Group (+122%) e Zalando (+68%).

A primeira é alemã e dedica-se à entrega online de comida, uma espécie de mercearia de bairro online; a segunda, britânica, produz soluções online para distribuidores de alimentação ao cliente final; a terceira, alemã, dedica-se à venda online de sapatos e vestuário de luxo.

A empresa Hellofresh encontra-se em tendência ascendente, em particular a partir do final de Julho do presente ano.

Recentemente, está a corrigir e a realizar uma bandeira; caso seja rompida, no sentindo ascendente, a actual tendência poderá continuar o seu curso (ver Figura 4).

Figura 4

No caso do sector de hotéis e restaurantes, destacam-se as seguintes empresas: Whitbread (-51%), Accor (-47%) e Sodexo (-40%).

A primeira é proprietária e gere uma cadeia de hotéis e restaurantes no Reino Unido; a segunda, uma empresa com sede em França, gere uma cadeia internacional de hotéis, com várias marcas (Ibis, Sofitel…); a terceira, presta serviços de alimentação aos escritórios das empresas e auxílio ao domicílio, tanto idosos como crianças.

Estas empresas foram brutalmente afectadas pela presente crise.

Na Figura 5, podemos constatar que a empresa Accor encontra-se próxima de um suporte importante, em torno a 21 Euros por acção.

Caso o título comece a cotar por debaixo dos 20 Euros, poderá acentuar-se a tendência descendente.

Figura 5

A ironia de toda esta situação, resulta da dificuldade em que se encontram as economias mais afectadas por medidas absurdas e sem base científica, tudo em nome da tirania sanitária Covid-19.

Como podemos observar na Figura 6, a Espanha e a França, onde a fralda na cara está omnipresente, que aplicaram um confinamento despótico, apresentam um desempenho medíocre, tanto em bolsa, como no que respeita a casos e óbitos Covid-19 durante o mês de Setembro–confirmando a possibilidade de uma segunda vaga.

Figura 6

As medidas são ineficazes, vamos revê-las?

Não; temos que ser mais duros, incluindo solicitar o auxílio do exército: venham ajudar-nos a controlar e a submeter a população.

Em sentido contrário, a Suécia está a provar o acerto das suas decisões: sem confinamento, sem máscaras, com escolas e negócios abertos.

Tais decisões resultam da independência do sistema de saúde sueco do poder político.

Na Suécia ninguém impôs; ninguém obrigou; ninguém decretou. Actualmente, apresentam uma das melhores estatísticas, tanto na bolsa de valores, como em casos e óbitos Covid-19, tal como podemos observar na Figura 6.

O que mais revolta é o mito da “segunda vaga”.  Toda esta crise está assente num chorrilho de falsidades. Senão vejamos.

A primeira destas falsidades: o excesso de mortalidade.

Nada mais afastado da realidade. Como podemos constatar na Figura 7, para os primeiros 180 dias do presente ano, ocorreram 43,5 mil óbitos em Portugal de pessoas com uma idade igual ou superior a 75 anos.

Este valor é superado, em termos absolutos, pelos óbitos ocorridos em 2018.

Figura 7

No entanto, esta comparação não está correcta, pois a população com idade igual ou superior a 75 anos está a subir todos os anos, ocorrendo uma subida em torno a 100 mil de 2014 a 2020, pelo que não está correcto realizar comparações sem ter em conta esta evolução.

Assim, se aplicarmos a taxa de mortalidade de 2014, ou seja, 37 817 ÷ 1 014 000, temos 3,73%; ao aplicarmos esta taxa de mortalidade à população de 2020 obtemos 41 268 óbitos.

Se aplicarmos esta correcção aos restantes anos, podemos concluir que a mortalidade em 2020, durante os primeiros 180 dias – metade do ano –, está em linha com a média dos anos anteriores, uma subida de apenas 0,43%; totalmente irrelevante.

Temos que igualmente ter em conta que para este período estão incluídos 1561 óbitos Covid-19 (fonte). Nada de anormal então ocorreu.

Figura 8

A situação altera-se por completo se analisarmos os primeiros 265 dias do ano, o correspondente ao período entre 1 de Janeiro e 21 de Setembro de 2020.

Neste caso, a mortalidade em 2020 é substancialmente elevada, como podemos constatar pela Figura 9.

Entre o dia 180 (28 de Junho) e o dia 265 (21 de Setembro) de 2020 ocorreram apenas 351 óbitos Covid-19, não explicando a subida brutal de óbitos no presente ano: um excesso de 2,8 mil óbitos.

Figura 9

Ou seja, estamos a eliminar os idosos, não lhes permitindo visitas de familiares, retirando-lhes o acesso ao Sistema Nacional de Saúde, privando-os de tratamentos, obrigando-os a testes e quarentenas, que apenas uma paranóia sanitária pode explicar!

Vamos agora analisar a população com idade inferior a 75 anos, neste caso para os primeiros 180 dias do ano. Aplicando a mesma correcção sobredita, podemos ver que a mortalidade, apesar de registar um máximo, está em linha com anos anteriores; em 2018, foi semelhante à deste ano, com menos 30 óbitos; algo irrelevante (ver Figura 10).

Figura 10

Uma vez mais, a situação altera-se por completo se analisarmos os primeiros 265 dias do ano.

Neste caso, a subida da mortalidade em 2020 é muito clara; tal situação representa um desastre para o Sistema Nacional de Saúde; o vírus não mata, a falta de cuidados de saúde mata.

Figura 11

Vamos agora analisar a Suécia, o país que não confinou e não obriga ao uso da fralda na cara. Se analisarmos em termos absolutos, para as primeiras 36 semanas (1 de Janeiro a 5 de Setembro em 2020) do presente ano faleceram 37,6 mil pessoas, para o grupo etário com idade igual ou superior a 75 anos; um máximo histórico, quando analisado em termos absolutos.

No entanto, e tal como fizemos para Portugal, temos que ter em conta a evolução deste grupo etário.

Neste caso, a subida é acentuada: em 2014, a população com idade igual ou superior a 75 anos era 820 mil, agora é de 965 mil, uma subida de 18%, tal como indicado na Figura 12.

Figura 12

Se ajustarmos os óbitos, tendo em conta a evolução da população, tornando, desta forma, os anos comparáveis, podemos verificar que a mortalidade na Suécia está perfeitamente em linha com anos anteriores.

Nada de especial ocorreu no presente ano; podemos observar esta análise na Figura 13.

Figura 13

Em relação à população com idade inferior a 75 anos, temos a seguinte situação para 2020: 12,6 mil óbitos para as primeiras 36 semanas (ver Figura 14).

Figura 14

Realizando um ajustamento, com base na população de 2020, podemos observar na Figura 15 que a mortalidade é inferior à media de anos anteriores: nada de especial ocorreu no presente ano!

Figura 15

A dimensão desta farsa pode ser confirmada pelas últimas informações que nos chegaram do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (Centers for Disease Control and Prevention) dos Estados Unidos.

Segundo os dados estatísticos deste instituto, apenas 6% dos óbitos Covid-19 podem ser exclusivamente atribuídos ao Covid-19 (fonte); apenas 6%!

Ou seja, todos os óbitos, na sua larga maioria, ocorreram em pessoas que tinham pelo menos duas ou mais doenças: o que significa?

Que podiam ter uma enfermidade respiratória prévia, como gripe ou pneumonia. Mas, vá-se lá saber porquê, os hospitais decidiram no registo de óbito colocar como causa principal: Covid-19!

As mesmas conclusões foram obtidas em Itália, neste caso apenas 12% (fonte). As nossas autoridades, bem como dos demais países, teimam em não publicar estes dados.

Por que são importantes?

Permitiam deixar as pessoas saudáveis em paz, deixá-las viver uma vida normal; responsabilizando e controlando apenas os que possuem a doença A ou B, essas sim em risco. Mas nada disto interessa, pois o importante é manter o medo e o terror.

Nas últimas semanas, os apelos ao uso generalizado da fralda na cara não cessam; qualquer “especialista” que se passeie na televisão diz que esta medida devia ser obrigatória em todas as situações, incluindo a rua, apesar de há meses terem dito exactamente o contrário; a protérvia desta gente não tem limites.

Nunca mencionam as evidências científicas em que se baseiam para tal “opinião”.

Provavelmente ocultam o próprio parecer da Organização Mundial de Saúde (ver página 6) que afirma: “no presente momento, o uso generalizado de máscaras por pessoas saudáveis por uma dada comunidade não é suportado por estudos de elevada qualidade ou evidências científicas directas...”; nem tão pouco referem as palavras do Epidemiologista Chefe da Agência de Saúde Pública da Suécia, Anders Tegnell: o uso generalizado de máscaras pela população pode ser “muito perigoso”.

Tudo isto não é surpresa: o que devemos esperar de funcionários públicos? Que se revoltem contra o patrão?

Apenas os serventuários do poder podem opinar.

O importante é continuar a propagar o mito da segunda vaga e o medo permanente.

Continuar a manter os idosos encerrados em lares, sem visitas de familiares, situação que ocorre desde Março, até à sua morte por desarranjo mental.

Se desejarem sair e voltar a entrar são presos durante 14 dias ou submetidos a uma infindável bateria de testes, na maioria das vezes totalmente inconclusivos.

Continuar a destruir os pequenos negócios, a favor das enormes empresas cotadas em bolsa, impedindo-os de operar de formar normal, impondo-lhe normas e regulamentos sem fim – com a permanente ameaça de multas milionárias se se portam mal -, restringindo-lhe horários, obrigando-os a manter um clima de terror nos seus espaços – fraldas por todo o lado -, condicionando os despedimentos, forçando-os a fechar portas com enormes dívidas.

Continuar a impor a narrativa da vacina milagrosa, apesar da sua completa inutilidade, dada a dimensão do problema; isentado as grandes empresas farmacêuticas de qualquer responsabilidade, caso a coisa corra mal; proibir a inscrição dos nossos filhos na escola, impedir a entrada num voo, impedir a circulação numa auto-estrada, impedir a entrada num transporte público, num evento público, num cargo à administração pública, em caso de não-aceitação da miraculosa vacina.

Continuar a intimidar os cidadãos sobre os perigos do dinheiro físico, seja porque transmite o vírus; seja porque ajuda a legalizar o dinheiro proveniente de negócios ilegais – na verdade a única protecção do assalto fiscal.

Continuar a impedir a possibilidade da existência de dinheiro alternativo, apelando à necessidade de mais regulação – na verdade um instrumento de concorrência do sistema que interessa eliminar ou controlar a todo o custo.

Continuar a instrumentalizar as crianças para a perpetuação da farsa, impondo-lhes o uso durante várias horas de fraldas na cara, eliminando a comunicação facial entre professor e aluno, eliminando a normalidade de um recreio, eliminando a prática normal do desporto, tornando “normal” relações humanas exclusivamente por máquinas (redes sociais, email, Zoom…).

Continuar a propagar o mito que as autoridades estão aqui para proteger-nos; na verdade, apenas desejam mais poder, actuando com uma enorme filáucia: tornar normal a escravatura fiscal, tornar normal a necessidade de legislação para todos os aspectos da nossa vida.

Na verdade, estamos a chegar à famosa citação: nada fora do estado, tudo pelo estado, nada contra o estado.

Isto só pode piorar.

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