Loading...

Blog

ONDE FALAMOS DE BOLSA
Home / Blog

Covid-19: Um embuste e a destruição da Economia

Segundo nos informam, uma pandemia resulta de uma doença infecciosa que se espalha entre a população localizada em vários países e continentes, implicando a morte de um elevado número de pessoas, com o consequente incremento substancial do número de óbitos em relação a idênticos períodos.

Covid-19: Um embuste e a destruição da Economia

Até ao momento, as estatísticas provam exactamente o contrário, ou seja, até à presente data, 18 de Abril de 2020, nada de extraordinário ocorreu que justifique a histeria que estamos a viver com o Covid-19.

Se consultarmos os dados da Direcção Geral de Saúde, podemos verificar que entre 1 de Novembro de 2019 e 1 de Abril de 2020, ocorreram 57 281 óbitos em Portugal.

Através da análise da Figura 1, é possível constatar que nos últimos 11 anos, existiram 5 períodos idênticos com um maior número de óbitos: 2011/2012,2014/2015, 2016/2017, 2017/2018, 2018/2019.

Nos últimos 4 anos, 2019/2020 é o período que regista o menor número de óbitos!

Figura 1

Existe motivo para toda esta histeria?

Não só não existe, como o presente ano é bissexto; por conseguinte, o período 2019/2020 apresenta um dia adicional face aos três anos anteriores.

Se retirarmos o dia 29 de Fevereiro a esta análise, as conclusões seriam as mesmas, no entanto, os números seriam de 56.988 para 2019/2020, 53.460 para 2015/2016 e 57.655 para 2011/2012, igualmente anos bissextos.

Um dado importante que está a ser ocultado e é pouco difundido: o inverno de 2019/2020 apresentou um número de óbitos inferior à média de anos anteriores.

O inverno de 2019/2020 registou menos mil óbitos aproximadamente face à média dos últimos 5 anos (média de 41.630), para o período compreendido entre 1 de Novembro e 28 de Fevereiro, tal como podemos observar na Figura 2.

Figura 2

O que aconteceu é que a normalidade estatística, face aos últimos 5 anos, foi reposta a partir de 1 de Março de 2020. Infelizmente, essa é a lei da vida: temos que morrer algum dia, a única certeza da vida humana.

Entre 1 de Março e 18 de Abril de 2020, registaram-se 16.378 óbitos, um valor elevado, mas tão pouco extraordinário: em linha com 2012, 2016 e 2018. Em 2018, o número de óbitos foi superior a 2020 para o dito período, tal como podemos constatar na Figura 3.

Figura 3

Na verdade, em 2020, a curva de óbitos encontrava-se consideravelmente abaixo da média dos últimos 5 anos e subiu nestes últimos 2 meses.

Ou seja, as pessoas que nos iam deixar, viveram mais dois meses – nada de extraordinário ocorreu!

É uma tragédia a perda de uma vida humana, mas o número de óbitos em Portugal não justifica a histeria e a restrição de liberdades que estamos a viver, nem tão pouco a tragédia económica que se avizinha – esta conta irá aparecer nos próximos meses e anos; será elevada!

Apesar de não ser possível realizar a mesma análise para outros países – a partir de estatísticas públicas e possíveis de trabalhar-, certamente que as mesmas conclusões aparecerão.

A exploração de toda esta convulsão, eliminará qualquer vontade por parte da imprensa em verificar que a mortalidade esteve em linha com anos anteriores, apenas ocorreu uma subida em Março e Abril, após meses claramente abaixo da média de anos anteriores.

Estou seguro de que a crise do Covid-19 irá ficar para a história como um grande embuste, mas com consequências dramáticas para a economia e liberdades individuais.

As autoridades conseguiram o feito de nos manter em prisão domiciliária durante um longo período de tempo, sem qualquer sobressalto ou tumulto de relevância, explorando o medo e o pânico.

Até agora o intento foi um tremendo sucesso.

A crise do Covid-19 foi o álibi perfeito para justificar a inevitável crise financeira que se aproximava.

Ao contrário do propalado pela propaganda, todos os problemas da última crise não só subsistem como se agudizaram.

Um negócio bancário assente em reservas fraccionadas, num total desrespeito pela propriedade privada. A partir de uma licença bancária, uma instituição financeira pode emitir moeda do “ar”, enquanto o comum cidadão vai de imediato para o presídio, caso o faça.

Uma casta impune e uma plebe, o contrário de uma sociedade livre, em que todos são iguais perante a lei.

Um sistema monetário nacionalizado, controlado a partir de um número cada vez mais reduzido de bancos centrais, que podem emitir moeda sem quaisquer constrangimentos – em particular, a partir de 1971, com o fim do padrão ouro.

Os comissários soviéticos à frente dos bancos centrais acumulam um crescente poder, muito superior aos democraticamente eleitos de qualquer país.

Podem:

  • Manipular taxas de juro;
  • Emitir moeda e manipular preços de activos financeiros, actuação que implica o cárcere para um simples cidadão;
  • Obliterar os aforradores de qualquer país, com taxas de juro a 0%;
  • Permitir a existência de empresas insolventes, através de juros artificialmente reduzidos;
  • Incentivar a destruição de capital e a redução da produtividade, com a consequente redução de salários reais e confiscando a riqueza dos 99% a favor do 1% da população, através da inflação dos activos financeiros detidos pelos segundos;
  • Incentivar a engenharia financeira, criando estímulos ao endividamento das empresas, para que estas adquiram acções próprias e façam subir o preço das acções na bolsa de valores, proporcionando suculentos bónus e mais-valias a gestores e accionistas, em lugar do investimento em fábricas ou equipamentos, essencial à subida da produtividade e dos salários;
  • Proporcionar todos os incentivos ao crescimento da dívida pública, através da compra dessa dívida e impossibilitando a subida do custo de financiamento dos estados, com o propósito de facilitar vitórias eleitorais, através da compra de votos, em que se prometem subsídios, subidas de salários e rendimentos a favor do regimento à mesa do orçamento de estado, sem qualquer pudor ou preocupação com as gerações vindouras e contribuintes líquidos;
  • Exigir aos bancos comerciais e instituições financeiras que actuem como o braço armado do estado no policiamento dos cidadãos, transmitindo todos os movimentos financeiros ao fisco e facilitando a troca de informações entre estados –extractos, movimentos, compras e vendas de valores, tudo é monitorizado em tempo real. No fundo, um big brother para assegurar que a voracidade fiscal não tem limites, em que os mais produtivos da sociedade são confiscados de forma infinita e continuam reféns, a pagar os resgates exigidos pelo exército à mesa do orçamento de estado.

Ao contrário do difundido, esta crise iniciou-se em Setembro de 2019 nos Estados Unidos, quando ocorreu uma grave crise no mercado interbancário norte-americano.

A crise despoletou-se quando a taxa de juro praticada entre os actores deste mercado (bancos, hedge funds...) atingiu 10%, significando que havia uma enorme desconfiança em relação à solvência dos participantes.

Para manter esta farsa, ou seja, juros a 0%, caso contrário, todos faliam, a Reserva Federal norte-americana interviu, emitindo moeda e proporcionando empréstimos a taxas de juro “normais” – as que eles querem, claro está; assim, o seu balanço subiu 500 mil milhões de USD aproximadamente entre 1 de Setembro de 2019 e 1 de Março de 2020.

Diz-se que os ratos são os primeiros a abandonar o barco: efectivamente é verdade!

Em Janeiro de 2020, segundo a consultora Challenger, Gray & Christmas, o número de CEOs de empresas norte-americanas que abandonaram os cargos registou um máximo histórico: 219 saídas num só mês.

Ninguém tinha melhor conhecimento da situação que os próprios gestores: este era o melhor momento para abandonar um barco cheio de dívidas e com previsões de lucros em forte queda.

Depois de anos e anos usufruindo de fantásticos prémios e mais-valias, proporcionados pela dívida barata a jorrar do banco central, tal como no Titanic, foram os primeiros a açambarcarem os salva-vidas.

O Covid-19 foi a desculpa perfeita para emitir moeda e comprar toda a dívida incobrável de muitas empresas e instituições.

As cotações dos ETFs e fundos que adquiriram as famosas Obrigações Lixo (Junk Bonds), que proporcionavam uma rendibilidade superior às demais, fruto de apostas em desespero, dada a supressão das taxas de juro pelos bancos centrais, estavam recentemente em queda livre.

A maioria das empresas norte-americanas que emitiram essas Obrigações Lixo não irá seguramente honrar os seus compromissos: estão falidas.

Assim, o valor destas obrigações iria cair para 0.

Para evitá-lo, e de forma mágica, a Reserva Federal implementou dois programas: o Primary Market Corporate Credit Facility (PMCCF) e o Secondary Market Corporate Credit Facility (SMCCF) – nomes pomposos-, com o objectivo de comprar todas estas obrigações e permitir que os apostadores levem para casa todos os seus lucros e continuem a desfrutar das suas mansões, iates e jactos de luxo.

Ao mesmo tempo, o comum cidadão perde o seu emprego e salário.

Os bancos comerciais vão receber mais uma vez liquidez grátis, através da emissão massiva de moeda, para evitar que toda a ilusão de solvência não desapareça. A concentração bancária irá continuar, com gigantes cada vez mais poderosos.

O Covid-19 foi a desculpa perfeita para ocultar a quimérica consolidação fiscal dos países do Sul da Europa.

Desde a crise de 2008, em nenhum momento tocaram na sagrada despesa do estado. Continuou de boa saúde e a crescer todos os anos. Ao mesmo tempo, colocaram as contas públicas “saudáveis” através do confisco crescente do sector privado e levando a dívida pública à estratosfera.

Agora, com a escusa do Covid-19, apelam à solidariedade europeia, tentando obter crédito sem quaisquer exigências.

O Covid-19 foi a desculpa perfeita para as empresas do regime, obviamente falidas e cheias de colaboradores afectos aos grandes sindicatos, apelarem à solidariedade do estado, ou mesmo à sua nacionalização. Já as ouvimos, através dos seus comissários políticos, a pedirem: empréstimos com o aval do estado, isenções fiscais, isenção de TSU, diferimento de pagamentos ao estado e outras mordomias.

Ao mesmo tempo, os pequenos empresários são arruinados, obrigados a despedir os seus colaboradores, por não serem capazes de honrar os seus compromissos e sustentar a clientela à mesa do orçamento. Ainda por cima, incentivam-nos a afundarem-se em dívidas!

Os cidadãos, através do pagamento de impostos, vão continuar a pagar estes desmandos, enquanto os comissários políticos continuam a receber a sua retribuição pecuniária, sem perceber patavina do negócio que é suposto gerirem.

O Covid-19 será a desculpa perfeita para abrir caminho a uma sociedade totalitária, com um controlo digital de toda a nossa vida: o que fazemos, o que pensamos, com quem nos relacionamos…

Já ouvimos dizer que as notas podem transmitir o famigerado vírus, o bicho Covid-19. Está claro o desejo de obrigar-nos a utilizar unicamente o dinheiro digital, assegurando-se que conhecem todos os nossos movimentos financeiros – nenhuma pedra será colocada à voracidade fiscal e ao caminho para a servidão.

Nenhum obstáculo foi colocado à implementação da rede 5G. Nenhuma objecção foi colocada, em particular no que respeita ao impacto na nossa saúde. Durante o confinamento, continuaram a instalar a rede, sem parar.

O que importa é a monitorização da nossa vida em tempo real.

Nos próximos tempos, nem irão necessitar de polícia; através desta rede, irão saber em tempo real se estamos a desobedecer ao confinamento obrigatório por eles decretado, enviando, de imediato, o débito da multa à nossa conta bancária.

Em breve, se algum de nós tentar viajar num avião ou comboio, irá aparecer um fiscal com um detector electrónico, que através do nosso telemóvel, ou mesmo um chip no nosso corpo- não é ficção científica, está mais próximo do que julgamos-, para verificar se temos a vacina do Covid-19 em dia.

Caso contrário, não se poderá viajar ou inscrever os filhos num determinado colégio. Tudo, obviamente, para o bem comum – não vá algum de nós contaminar os outros com um vírus que ainda nem conhecemos verdadeiramente!

Apesar de tudo, o Covid-19 já não será a desculpa perfeita para o regime celebrar a sua existência.

Em breve, juntar-se-ão todos, no mesmo lugar, a comemorar sem qualquer receio ou temor do bicho, apesar da maioria pertencer a um grupo de risco; ao contrário da ralé, que continuará presa em casa, não podendo inclusive ir aos funerais dos seus próximos.

Isto só pode piorar!

Veja também: