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Covid-19: O Fim Das Notas E Das Moedas?

  • Covid-19: O Fim Das Notas E Das Moedas?

Em nome de uma “pandemia”, pela primeira vez na história da humanidade, os governos passaram a obrigar pessoas saudáveis a ficar em casa.

Em nome de uma “pandemia”, os governos decidiram decretar a ruína de pequenos negócios, em particular aqueles associados ao sector do turismo, como restaurantes, bares e discotecas. Como?

Obrigando-os a encerrar durante longos períodos do ano, a realizar avultados investimentos– acrílicos, protecções … – e a reduzir expressivamente a sua capacidade.

Em nome de uma “pandemia”, os governos decidiram interferir na organização do trabalho de muitas empresas, forçando-as a colocar a maioria dos seus colaboradores em teletrabalho, com um impacto negativo na produtividade, apesar de todos os encómios a este tipo de colaboração: a interacção humana é imprescindível e insubstituível, sem a qual limita-se a criatividade, a troca de ideias e a eficácia da colaboração em grupo.

Em nome de uma “pandemia”, os governos do Sul da Europa, os únicos responsáveis pela desgraça a que condenaram as suas populações, lograram a emissão de dívida mutualizada, algo porque suspiravam há anos. Servirá um único propósito: a compra de votos com dinheiro que não têm, para mais à frente ser apresentada a conta à população.

Em breve, teremos certamente milhões a fazer fila à espera da esmola estatal, agradecendo pungentemente a caridade do malfeitor.

Em nome de uma “pandemia”, todos os dias, colocamos crianças com uma máscara na cara durante várias horas, apesar das contra-indicações e dos estudos que provam a sua reduzida eficácia, eliminando por completo a comunicação facial com o professor e colegas – nem os alertas deste extraordinário homem os demove desta loucura (minuto 49).

Durante vários meses, e ainda hoje, tivemos e temos o malfadado ensino à distância: um embuste que apenas assegura analfabetos e autistas sociais.

Em nome de uma “pandemia”, com apenas um teste positivo, de duvidosa fiabilidade, as autoridades, em lugar dos tribunais, como seria normal num estado de direito, decretaram milhares de prisões domiciliárias de pessoas saudáveis, arruinando-lhes por completo a vida e a capacidade de gerarem rendimento para a sua família – algo no mínimo plangente.

Em nome de uma “pandemia”, sem qualquer rebuço, os direitos, liberdades e garantias foram paulatinamente retirados às populações: de circular, de empreender e, até, de negar um acto médico, como é o caso dos testes RT-PCR, tal como determina a alínea 1 do artº 6º da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos, subscrita pelo estado português (CRP, artigo 8º).

Para tal, até propuseram adaptar a sagrada constituição às putativas pandemias!

Agora, atacam a mesma constituição que durante anos foi objecto de preitos sem fim. Há uns anos atrás era a tábua dos 10 mandamentos de Moisés.

Em nome de uma “pandemia”, a censura à livre opinião tornou-se uma nova realidade, algo que julgávamos distante; qualquer voz dissonante da “narrativa oficial” passou a ser silenciada ou intimidada (aqui, aqui).

Até a opinião de reputados cientistas, que se opõem à mesma, é ocultada da opinião pública; em nenhum caso se autoriza a discussão dos seus argumentos: o fim do contraditório.

Em nome de uma “pandemia”, entregámos a gestão da mesma a quem nunca teve um emprego de verdade, a quem nunca criou um emprego, a quem nunca abriu uma empresa, a quem nunca teve de pagar salários, a quem nunca contratou ou despediu uma pessoa, a quem nunca sentiu o esforço que representa pagar impostos; pior ainda: entregámos a gestão de tudo isto a pessoas que não sentem o impacto das suas próprias decisões.

Com filáucia, num qualquer programa de TV, sabendo que o seu salário está absolutamente garantido, determinam a ruína dos demais.

De dedo em riste, informam-nos: teremos de fechar por períodos mais prolongados!

Mas será que a narrativa que nos contam é mesmo perfeita? Será que a população activa, com menos de 70 anos, deverá ser afectada por tais medidas? Será que existe mortalidade excessiva no presente ano? Será que o sistema de saúde encontra-se próximo de uma ruptura, tal como nos anunciam todos os dias nas sessões das 20:00?

Segundo nos informa o Ministério da Saúde, entre 1 de Janeiro de 2020 e 27 de Outubro de 2020, correspondente à semana 43 do presente ano, registaram-se 2371 óbitos causados pelo vírus Covid-19, tal como podemos observar na Figura 1.

Figura 1

Aproximadamente 90% dos óbitos ocorreram para uma idade igual ou superior a 70 anos; desta forma, somos obrigados a colocar a seguinte questão: que motivo existe para cauterizar a população activa?

A sandice de tudo isto não fica por aqui: aproximadamente 70% tinha uma idade igual ou superior a 80 anos, precisamente a esperança média de vida em Portugal; será que as autoridades decidiram decretar a imortalidade da espécie humana?

Será que a população activa dá-se conta que ao transitar nas estradas corre um risco superior? Todos os anos ocorrem 500 óbitos aproximadamente nas estradas, enquanto a “pandemia” vitimou até ao final de Outubro pouco mais de 300 pessoas – população com idade inferior a 70 anos.

Qualquer vida deve ser lamentada, mas tem de existir proporcionalidade sobre as medidas que se tomam: alguém encerrou as estradas para evitar tais óbitos?

Efectivamente, ao contrário do propagado, nada de transcendente teve lugar no presente ano. Segundo nos informa o Eurostat, o Instituto de Estatística da União Europeia, Portugal comunicou a este organismo 77 769 óbitos entre a semana 1 e a semana 43 (27 de Outubro de 2020), com idade igual ou superior a 70 anos, tal como podemos observar na Figura 2.

Figura 2

O envelhecimento rápido da população portuguesa é um dos factos sistematicamente ocultados pela presente narrativa. De 2009 para 2020, segundo o Eurostat, a população com idade igual ou superior a 70 anos subiu 275 mil, de 1,38 milhões para 1,66 milhões.

É evidente que tal evolução tem que necessariamente colocar uma enorme pressão sobre o sistema de saúde.

Já podemos imaginar o que se tem passado nos últimos anos: empregar clientelas e desperdiçar dinheiro em negociatas, em lugar de aumentar a capacidade do sistema de saúde, tal como obrigava o envelhecimento da população.

Assim, se tivermos em conta os óbitos para as semanas 1 a 43 de anos anteriores e realizarmos uma comparação com a população, podemos obter conclusões interessantes: a taxa de letalidade em 2009, 2012 e 2015 foi igual a 2020.

Para esses anos, alguém apareceu a anunciar o fim do mundo, em que a situação era exactamente a mesma, e a pedir que fosse decretado um estado de emergência para nos coarctar as liberdades?

E que conclusões podemos retirar do caso sueco? Segundo os detractores, o que se passa neste país, onde não ocorreram confinamentos e o uso de máscaras não é obrigatório, é uma catástrofe; será mesmo?

Na Figura 3, podemos observar que a taxa de mortalidade entre as semanas 1 a 43 do presente ano foi de 4,21%, 0,49% inferior a Portugal – tal representaria menos 8300 óbitos em Portugal no presente ano.

Desde Março, um préstito de comentadores actua como hienas em relação ao caso sueco, apesar de este país apresentar números que nos envergonha!

Figura 3

Recentemente, informam-nos que os hospitais estão em risco de ruptura: é iminente; é inevitável!

O que nos teriam dito no Inverno de 2008/2009 (pico de 2400 óbitos semanais), no Inverno de 2011/2012 (pico 2600 óbitos semanais), no Inverno de 2014/2015 (pico de 2600 óbitos semanais), no Inverno de2016/2017 (pico de 2800 óbitos semanais) e no Inverno de 2018/2019?

Podemos observar esses picos na Figura 4.

Figura 4

No presente ano, em nenhuma semana tais picos alguma vez ocorreram. Inclusive para os dados do último mês de Novembro, em que temos a imprensa todos os dias a projectar filmes de terror série B nos telejornais, segundo os dados da Direcção Geral de Saúde, tivemos um máximo de 2 100 óbitos para a população com idade igual ou superior a 70 anos para as duas primeiras semanas de Novembro!

A verdade de nada nos serve; simplesmente, informam-nos que estamos em risco de ruptura e ponto final; mesmo sabendo que a população idosa nunca foi tão numerosa como agora.

Será a consciência pesada? Será que não se lhes ocorre que há muitos anos que não investem vintém na rede hospitalar?

Com tudo isto, a população começa a estar perdida e desesperada; tem razão para estar: mas o alvo da sua ira talvez não seja o correcto.

O que está a acontecer é o fim do sistema monetário criado em 1971, depois do fim da convertibilidade do Dólar norte-americano em Ouro. A partir desse momento, os bancos centrais passaram a emitir moeda por contrapartida de dívida pública, em lugar do metal precioso– este, até ao momento, ainda não cresce das árvores, nem pode ser produzido por um simples pressionar de um botão num computador de algum banco central.

Como podemos observar na Figura 5, a situação está a tornar-se insustentável. Em 50 anos, a dívida pública norte-americana cresceu 72 vezes! Hoje, situa-se em 27 biliões de USD (12 zeros) e representa 130% do PIB aproximadamente.

No presente ano, o défice público situar-se-á em 3,2 biliões de USD (12 zeros), cerca de 15% do PIB.

A economia que emite a moeda reserva do mundo está falida!

Figura 5

Para perpetuarem este esquema em pirâmide, em que os governos emitem dívida pública e os bancos centrais compram tudo através da emissão de moeda, por outras palavras, inflação, será necessário forçar as taxas de juro para valores negativos.

Caso assim não ocorra, a população dar-se-ia conta que o rei vai nu!

Se as taxas de juro fossem de mercado, aquilo que acontece aos que pagam dívidas solicitando mais crédito para as liquidar, os governos entrariam em colapso: a pletora que vive à mesa do orçamento entraria em pânico e ficaria sem emprego e rendimento, precisamente o contrário do que hoje lhes acontece.

As suas medidas em nada os afecta, o salário chega sempre no final do mês!

A actual situação de falência seria impossível sem uma revolução, caso não existisse a impressora dos bancos centrais!

Até ao momento, a inflação gerada pelos bancos centrais tem-se reflectido maioritariamente nos activos financeiros. A inflação está aí, apesar de nos ocultarem tal facto.

Como podemos constatar na Figura 6, onde é possível observar a rendibilidade desde o final de 2019 para vários activos financeiros, o Bitcoin subiu 144%, a madeira 47%, o índice tecnológico Nasdaq 36%, e a Prata 34%.

Algumas matérias-primas agrícolas, essenciais para os mais desfavorecidos, subiram 20%, como é caso do Leite e do Queijo. E eles dizem que não existe inflação!

Figura 6

Para manter as taxas de juro a 0% ou negativas, têm que destruir a moeda, gerando uma inflação sem precedentes – esta será única forma de evitar o descalabro financeiro de muitos estados ocidentais.

As marionetas que se encontram ao “leme do poder”, para continuarem bem alimentadas, devem ser obnóxios em relação aos que controlam a impressora dos bancos centrais.

Têm de aprovar toda a espécie de medidas, por mais absurdas e destrutivas que sejam, mesmo esmagando os direitos constitucionais da população.

O Deus dinheiro foi, é e será sempre o que comanda!

Como sempre, alguns, antecipando o que aí vem, já tentam fugir deste Deus. Como?

  • Não colocando um cêntimo das suas poupanças em dívidas emitidas por estados falidos; os únicos compradores que agora restam são os bancos centrais. Por essa razão, no mercado secundário, para a maturidade a 10 anos, a dívida portuguesa proporciona a minúscula rendibilidade de 0,047% ao ano! Que louco coloca a sua poupança durante 10 anos para receber 0,047%?
  • Fugindo para as Criptomoedas; não estão sujeitas à depreciação contínua dos bancos centrais, pois a sua emissão está limitada;
  • Adquirindo metais preciosos, como ouro, prata ou platina, como forma de proteger o património da inflação dos bancos centrais;
  • Investindo na bolsa norte-americana, que se tornou nos últimos anos um autêntico refúgio e lugar seguro das poupanças dos multimilionários; em particular o índice tecnológico Nasdaq 100 que sobe 36% no presente ano; ou o caso da Amazon, que no último ano subiu 70% aproximadamente.

Para evitar esta fuga para a liberdade, o cartel bancário já se está a mobilizar:

  • Exercendo o completo controlo sobre a classe dirigente da maioria dos países. Arruínam a sua economia e colocam-nos dependentes de programas de dívida mutualizada, com nomes altissonantes (SURE). Tudo isto, claro está, pago com a impressora do banco central – desta forma, as marionetas correm para Bruxelas a implorar por mais dinheiro!
  • Controlando as criptomoedas; lá apareceu a legislação para controlar a sua comercialização. O cartel passará a conhecer quem, quando e quanto comprou para qualquer mortal à face da terra. Tudo isto, como é óbvio, em nome da prevenção do branqueamento e, pasme-se, do financiamento ao terrorismo!
  • Controlando quem possui uma caixa-forte num banco para a guarda de metais preciosos. Agora, estes últimos são obrigados a conhecer os atrevidos: “É proibida a abertura, a manutenção ou a existência de cadernetas, cofres ou contas anónimas, qualquer que seja a sua natureza, assim como a utilização de denominações ou nomes fictícios.”. Tudo isto, como é óbvio, em nome da prevenção do branqueamento e, pasme-se, do financiamento ao terrorismo!
  • Obrigando à utilização compulsiva de meios de pagamento electrónicos. Gostaria de retirar o seu dinheiro do banco e transformá-lo em numerário, para evitar ser confiscado com juros negativos? Nem pensar, em breve iremos proporcionar-lhe meios de pagamento electrónicos em todos os locais. Quando a coisa estiver “bem oleada”, acabamos com o dinheiro físico. Apenas poderá mover o seu depósito do banco A para o banco B, nada mais.

E para que serve todo este “terror” espalhado pelos meios de comunicação?

Digitalizar rapidamente toda a sociedade, obrigando-a a adoptar meios electrónicos em todas as situações; nada como aterrorizá-la com uma ditadura sanitária e apressar todo este processo.

No final de tudo, o objectivo é regressarmos à idade média. Uns senhores feudais, uma minoria que controla 1% da riqueza mundial, são proprietários de tudo.

Para a plebe estará reservado:

  • Pagar esta monstruosa dívida; ninguém poderá escapar ao confisco, seja por tributação de mais-valias, lucros, dividendos, rendimentos, propriedade. Tudo servirá;
  • Ser “muito feliz”, sem sair de casa, a trabalhar em frente a um ecrã todo o dia;
  • Ter relações sociais apenas por uma aplicação. Já anunciam soluções para tal;
  • Receber uma esmola todos os meses, a título de rendimento mínimo garantido -, obviamente com o dinheiro que eles imprimem – nunca dão nada a ninguém -, para assegurar a total submissão ao poder;
  • Alugar todos os bens e serviços de que necessita (computadores, casa, carro, …); a propriedade estará reservada para os senhores feudais.

Os senhores feudais irão conhecer os seus dados biométricos, o seu certificado de imunidade, a sua carteira digital associada à sua conta bancária, a sua carta de condução, o seu registo electrónico de vacinas, o seu cartão de cidadão, a sua carta de condução.

Os senhores feudais irão implementar um sistema único global autenticado digitalmente. Para que servirá? Só poderá comprar ou vender, receber o ordenado ou realizar pagamentos se o sistema indicar: “válido”.

Qualquer dissidência será severamente punida: não poderá realizar qualquer actividade económica em qualquer parte do mundo; a sua hipótese de resistência será nula, pois o sistema automaticamente o impedirá de realizar qualquer transacção.

Todas as suas contas serão congeladas, qualquer autoridade saberá que se tornou um pária.

O fim deste sistema monetário, com a eliminação do dinheiro físico, representará o fim da nossa liberdade.

Será que desta vez aparecerá um messias capaz de se revoltar contra os senhores do dinheiro – os novos Vendilhões do Templo -, tal como Jesus Cristo fez há 2 mil anos?

Por agora, isto só pode piorar.

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