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COVID-19: A Ruína Económica, A Farsa, A Mentira, A Patranha

Há dias, no final do mês de Julho, foi publicado a evolução do PIB português para o segundo trimestre de 2020: uma queda homóloga de 16,5%, algo sem precedentes!

Para o primeiro trimestre do presente ano, já se tinha registado uma queda homóloga de 2,4%. Assim, o valor do intervalo inferior estimado pelo Banco de Portugal, uma queda de 13,1% para o PIB em 2020, parece ser agora o valor mais provável!

Em Espanha a situação parece ser pior: registou uma queda homóloga no segundo trimestre de 22,1%, até ao momento, o pior desempenho do espaço Euro. No primeiro trimestre do presente ano, a queda tinha sido de -4,5%.

A queda da economia espanhola no presente ano poderá aproximar-se de –15%!

A maior economia do mundo, os Estados Unidos, sofreu uma queda de -32,9% no segundo trimestre de 2020 (taxa anualizada, não comparável com as taxas europeias), algo inimaginável, pois na grande depressão de 1929 não se conheceram valores tão negativos.

Os resultados dos confinamentos absurdos estão agora à vista de todos: a ruína absoluta da economia!

As economias do Sul da Europa, fortemente dependentes do turismo, são as mais afectadas: a queda em Itália foi de -5,5% e -17,3% no primeiro e segundo trimestre de 2020 respectivamente.

Muitos diziam: as vidas são o mais importante, a economia pode ficar em segundo plano.

Uma queda de 13,1% do PIB em Portugal – irá seguramente ser muito superior – representa uma perda de 28 mil milhões de Euros – assumindo inflação nula e o PIB de 2019 – para a economia portuguesa.

A despesa anual com a saúde em Portugal está em torno a 20 mil milhões de Euros; assim, a queda prevista pelo Banco de Portugal representa 140% da despesa corrente em cuidados de saúde.

Sem dinheiro, não há saúde, mas muita gente continua a crer em contos de fadas.

Infelizmente, a situação de terror e pânico propagada pela imprensa, burocratas e dirigentes não cessa.

Todos os dias temos notícias da inversão da tendência descendente de novos infectados. Em todos os lados escutamos: acudam, novos infectados!

Em Espanha, o número de novos casos tem apresentado uma subida desde a semana 23 (início de Junho do presente ano), passando de 2 mil novos casos semanais para 16 mil novos casos na semana 31 (última semana de Julho; Fonte: Organização Mundial de Saúde, adiante OMS).

De forma surpreendente, os óbitos atribuídos ao Covid-19 desapareceram de Espanha – o bicho perdeu a força! -, pois há seis semanas que se encontram abaixo de 21 óbitos semanais, algo como 3 óbitos ao dia.

Entretanto, face ao ressurgimento de novos infectados, as autoridades da Catalunha ameaçam com a possibilidade de um novo confinamento: o passado desastre não foi suficiente!

Em Melbourne, Austrália, acaba de ser decretado um novo confinamento, onde ocorreram até ao final de Julho do presente ano apenas 200 óbitos em todo o país atribuídos ao Covid-19 – a população da Austrália é de 25 milhões, 2,5 vezes a população portuguesa, onde ocorreram, até ao final de Julho, 1700 óbitos por Covid-19 -, apenas a insanidade poderá justificar tal medida!

Todos os dias surgem novas ameaças às liberdades individuais. Impõe-se a quarentena ou obriga-se à realização de um teste no regresso de uma viagem, – quem desobedecer, claro está, sofre multas e sanções.

Em alguns casos, obriga-se o cidadão a facultar os seus dados pessoais, como o número de identidade, sempre que frequente um determinado estabelecimento – sabemos em que regimes tal prática se utiliza – visando rastrear todos os seus movimentos e contactos (com quem esteve, com quem falou, onde esteve…).

Ao mesmo tempo, a União Europeia aplica uma lei de protecção de dados pessoais com aspectos tirânicos, mediante a aplicação de sanções milionárias e enormes restrições à actividade das empresas, sempre que estas infrinjam qualquer aspecto mínimo da privacidade dos seus clientes ou usuários da sua página web.

Para as autoridades tudo; para a população civil: multas, restrições, obrigações…e, ao mesmo tempo, paguem-nos os impostos e as multas! Temos agora um exército de fiscais, polícias, supervisores, dirigentes que nada de útil produzem; servem apenas para vigiar, condicionar e multar…

As restrições e os condicionamentos à liberdade de empreender dos cidadãos não param de serem incrementadas, chegando ao ponto do total absurdo.

Ao sector das discotecas e bares, com a maior desfaçatez, depois de o arruinar por completo, indica-se-lhe que já pode abrir, mas com o horário de uma pastelaria, obviamente com a pista encerrada. Já podemos imaginar os clientes a deliciarem-se com um pastel de Belém, enquanto ouvem o último sucesso musical na companhia do seu/sua namorado/a ou fazem olhinhos ao/à da mesa mais próxima.

A polícia, em lugar de nos proteger, serve agora para vigiar a correcta colocação de uma máscara, utilizando violência para tal desiderato.

A indumentária das máscaras, uma clara agressão à liberdade dos cidadãos, parece que veio para ficar.

Em Espanha, apesar de resultados desastrosos, as mesmas são obrigatórias na rua em quase todas as regiões.

Em Portugal, apesar de ainda não o ser, há quem tente impor tal loucura.

Toda esta suposta crise “pandémica”, na verdade causada pelos dirigentes e não pelo vírus – algo que existe há séculos – está assente num enormíssimo conjunto de falsidades; a começar pelas máscaras.

Em Março de 2020, o máximo especialista em doenças infecciosas dos Estados Unidos (fonte 1fonte 2), afirmava: “as pessoas não devem andar com máscarasnão há nenhuma razão para andar com máscaras…não providenciam a protecção que as pessoas julgam…e, muitas vezes, ocorrem consequências inesperadas, já que as pessoas estão sempre a tocá-las…”.

Há uns meses, tais afirmações eram ciência, agora são o resultado de teorias da conspiração!

Igualmente em Março do presente ano, o Director Geral de Saúde Pública dos Estados Unidos afirmava (fonte): “As máscaras incrementam o risco do vírus”.

Há uns meses, tais afirmações eram ciência, agora são o resultado de teorias da conspiração!

Também em Março do presente ano, a Directora Geral de Saúde Pública de Portugal afirmava: “Não use máscara, é falsa sensação de segurança”. Há uns meses, tais afirmações eram ciência, agora são o resultado de teorias da conspiração!

A ciência, ao contrário do propagado, provou à exaustão que o uso generalizado da máscara não constitui uma efectiva contenção viral.

As provas a respeito são abundantes:

  • O uso de máscaras incrementa o risco de infecção viral (prova 1, prova 2, prova 3, prova 4, prova 5, prova 6), em particular em grávidas e asmáticos, devido às restrições de oxigénio;
  • O uso de máscaras incrementa o risco de infecção viral, devido ao incremento de bactérias por uso prolongado (prova 1, prova 2, prova 3, prova 4, prova 5);
  • As máscaras de pano são totalmente ineficazes (prova 1), em particular na comparação com máscaras cirúrgicas (prova 2); estas últimas, apesar de um desempenho superior, apresentam igualmente resultados medíocres na contenção do risco viral (prova 1, prova 2, prova 3, prova 4, prova 5).

Aos burocratas da saúde pública fugiu-lhes a boca para a verdade em Março.

Não será esta a razão para o desastre que presentemente ocorre em Espanha, onde o uso da máscara é imposto em quase todas as situações?

Outra das patranhas: o confinamento era inevitável. É a única solução possível!

Vamos então analisar os resultados da Suécia que não aplicou a infalível medida.

Na Figura 1 (fonte), podemos observar os óbitos totais com idade inferior a 80 anos ocorridos entre a semana 45 (início de Novembro) e a semana 29 (terceira semana de Julho aproximadamente) para os períodos 2015/2016, 2016/2017, 2017/2018, 2018/2019 e 2019/2020 em seis países: Bélgica, Dinamarca, Itália, Portugal, Espanha e Suécia.

Figura 1

Como podemos constatar, o número de óbitos da Suécia em 2019/2020 (21 691 óbitos) está em linha com períodos anteriores; no período 2015/2016 (21 731), o número de óbitos foi superior a 2019/2020; ou seja, nada de substancial ocorreu em resultado da não aplicação do confinamento!

Na Suécia, o número de novos casos de Covid-19 apresenta uma tendência descendente desde a semana 26 (fonte: OMS).

A semana 31, final de Julho aproximadamente, apresentava 46 óbitos semanais atribuídos ao Covid-19, ou seja, menos de 7 óbitos diários.

Mas os defensores do confinamento gritam: então, e o achatamento da curva? Como poderíamos ter protegido o serviço nacional da saúde?

O que nos deviam responder era o seguinte: como explicam os 4,2 mil óbitos em excesso entre as semanas 23 a 29 do presente ano, aproximadamente 1 mês e meio, em Portugal?

Como podemos constatar na Figura 2, os meses de Junho e Julho estão a apresentar uma mortalidade em excesso significativa.

Figura 2

Para o mesmo período, entre as semanas 23 a 29 do presente ano, ocorreram 299 óbitos atribuídos ao Covid-19 (fonte: OMS). Assim, como explicam os 4,2 mil óbitos em excesso no presente ano para estas semanas, atendendo que ocorreu um excesso de 4,5 mil óbitos e as mortes por Covid-19 justificam apenas 299?

Não será que o serviço nacional de saúde português colapsou, ao ter-se dedicado em exclusivo a uma “pandemia”que simplesmente não existe!

As notícias assim o indicam (notícia). Estes óbitos não apareceram na imprensa: noticiá-los não tem interesse!

A narrativa para a vacinação universal continua; ao mesmo tempo, ninguém nos informa que existe uma vacina para a gripe. Apesar da sua existência, todos os anos ocorrem em torno de 3,3 mil óbitos relacionados com a gripe, uma mortalidade superior à “pandemia” Covid-19.

Também não interessa informar que existem tratamentos alternativos à vacina (notícia 1; notícia 2; notícia 3).

O que importa é anunciar o salto de todas as precauções habituais ao lançamento de uma vacina; está aí, disponível para si, antes do final do ano! Podemos imaginar que bom será!

Entretanto, a indústria farmacêutica já logrou a transferência de responsabilidades para o sector público, se algo de errado entretanto ocorrer (notícia; “…by transferring some of the risks from industry to public authorities…”). Onde já vimos isto?

Por fim, nunca as autoridades manipularam tanto os dados a seu favor (notícia 1, notícia 2).

Tudo serve para empolar e justificar o embuste que constitui esta “pandemia”.

A coberto da crise “pandémica”, o banco central norte-americano, a Reserva Federal (FED), decidiu salvar todos os seus amigos em Wall Street, imprimindo, num espaço de 3 meses, 3 biliões de USD (10^12 USD), algo em torno a 15 vezes o PIB português. Obviamente, tudo em nome da assistência à economia, tal como podemos constatar na Figura 3.

Figura 3

Enquanto os mais favorecidos da sociedade assistem à preservação do seu património, pois possuem, nas suas carteiras de investimento, acções de empresas norte-americanas; ao contrário, os mais pobres irão em breve sofrer uma enorme inflação, atendendo que esta massa monetária irá seguramente afectar os preços dos bens de primeira necessidade.

Esta situação irá brevemente bater à porta.

O Ouro constitui o principal alerta da inflação existente no sistema. Importa recordar que o preço do metal amarelo subiu 30% desde o princípio do ano (medido em USD, entre Janeiro e Julho de 2020).

Tendo em conta esta subida, ao cotar o S&P 500, o principal índice norte-americano, em onças de Ouro, podemos observar que perdeu a tendência ascendente que registava desde o princípio de 2012 (ver Figura 4).

Figura 4

Podemos igualmente verificar que a perda da tendência ascendente desde finais de 2011 ocorreu em 2019, enquanto que a perda de um suporte importante, em torno das 1,9 onças por índice S&P 500, deu-se no presente ano.

Por outro lado, o índice S&P 500 apresenta importantes debilidades, já que o seu desempenho está muito dependente de seis empresas: Apple, Amazon, Microsoft e Alphabet (A e C; Google) e Facebook.

A rendibilidade média destas empresas, entre o final de 2019 e final de Julho de 2020 foi de 32%. Podemos observar os detalhes na Figura 5.

Figura 5

Como podemos constatar na Figura 5, a vida corre bem para os multimilionários norte-americanos, atendendo que as suas empresas favoritas continuam a registar máximos históricos e a subir, em alguns casos, 71% desde o princípio do ano, como é o caso da Amazon.

Em relação às demais empresas, a situação não é tão favorável: das 504 empresas do S&P 500, 301 apresentaram uma rendibilidade negativa no presente ano, ou seja, mais de 60% das empresas constituintes do índice sp500.

Em conclusão, esta farsa servirá para:

  • Continuar a subir impostos às classes médias, a pretexto da crise Covid-19, que eles próprios criaram (notícia);
  • Implementar rapidamente restrições à obtenção e detenção de activos alternativos, como as criptomoedas e metais preciosos (proposta de lei);
  • Justificar défices e dívida pública descontrolada, que será paga, claro está, por impostos sobre as actuais e gerações futuras;
  • Eliminar o dinheiro físico, permitindo a imposição de taxas de juro negativas sobre os aforradores (notícia 1,notícia 2) e evitando a falência dos bancos (o Banco Santander encontra-se em mínimos de mais de 20 anos!);
  • Criar um exército de dependentes do orçamento de estado, garantindo votos à classe dirigente com o dinheiro dos contribuintes (notícia 1, notícia 2);
  • Justificar a impressão de quantidades massivas de dinheiro, visando estimular os mercados financeiros e financiar programas pomposos de apoio à economia; o plano da União Europeia é um bom exemplo – irá transformar vários países em simples estados vassalos e reduzidos à condição de mendigos, com as castas superiores bem alimentadas e perpetuadas no poder, tentando dirigir centralmente a economia (podemos imaginar o desastre…);
  • Criar uma sociedade tal como George Orwell a imaginou no seu romance de 1984 – Big Brother -, em que todas as pessoas estão sob constante vigilância das autoridades.

Não pode inscrever os seus filhos sem a vacina Covid-19; não pode viajar sem a vacina Covid-19; já implementou o chip que nos permite rastrear quem infectou?

Isto só pode piorar!

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