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Somos todos especuladores

Não é necessário ser-se economista para entender que na sociedade em que vivemos somos todos agentes económicos. O mundo das finanças, contrariamente ao que muitos julgam, não é assunto só para os especialistas, ou não estivessem elas sempre presentes , por exemplo, quando pagamos os impostos ou quando sofremos os efeitos da inflação. 
No mercado, a Bolsa não é um jogo e os futuros não deveriam ser encarados como um casino. Todos nós, sem excepção, temos posições curtas («shorts») ou longas («longs») quer sejam em mercado à vista ou em futuros, e o mais curioso é que para isso não é necessário ter feito uma única operação de Bolsa.
Alguns exemplos do dia-a-dia: quem tem um filho de 18 anos ou menos está curto («short») nos seus custos de formação universitária, ou pode estar longo se criou um fundo próprio e específico para este efeito. 
A compra de uma habitação é um exemplo ainda mais fácil: para o proprietário, o activo (neste caso a casa), fica longo, e curto o empréstimo bancário correspondente.
No contexto das posições que as pessoas tomam como suas escolhas, os investimentos são feitos com o intuito de maximizar a sua carteira de activos e de acordo com a sua tolerância ao risco. O mesmo se passa em Bolsa só que de forma mais rápida e se calhar mais fácil.

Como actores económicos que somos, todos somos também especuladores. A compra de uma casa, de unidades de participação de um fundo de investimento, a escolha de uma profissão ou do número de filhos que se pretende ter, são decisões económicas do foro da especulação, neste caso com o objectivo de se viver feliz.
A palavra especulação não está aqui a mais pela simples razão de que não temos conhecimento do que vai acontecer amanhã. O desconhecimento do amanhã é a razão porque se especula. A especulação é uma arte, a arte do bom senso.
Especular é assumir riscos gerindo-os de forma a minimizá-los, por isso somos todos especuladores mesmo os que não sabem que o são.

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